Pix é tema de oficina de Letramento de mudo do IMEI Academy

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O Instituto Mariano de Estudos e Inovação (IMEI) realizou mais uma oficina do Projeto Letramento de Mundo 50+: Conectando Gerações na Era Digital, iniciativa voltada para pessoas com 50 anos ou mais que une alfabetização e letramento digital para promover autonomia, inclusão social e cidadania.

Na última aula, as participantes aprenderam sobre o funcionamento do Pix, conhecendo os principais recursos da ferramenta e os cuidados necessários para realizar transferências com segurança.

Durante a aula, as alunas conheceram os principais elementos presentes na área de Pix dos aplicativos bancários, compreendendo o significado de termos como chave Pix e QR Code, além de entenderem como funciona uma transferência instantânea. Embora a atividade não inclua operações reais com dinheiro, a proposta busca familiarizar as participantes com o sistema para que possam utilizá-lo com mais confiança no dia a dia.

Segundo o professor Saulo Santana, a oficina faz parte de um processo gradual de inclusão digital que prepara as participantes para utilizar diferentes ferramentas tecnológicas com autonomia.

“Hoje elas vão aprender como funciona o Pix. Não vamos fazer na prática porque estamos lidando com dinheiro e isso exige bastante cuidado. Mas elas vão conhecer os recursos que aparecem dentro do aplicativo do banco, entender o que é uma chave Pix, como funciona o QR Code e quais informações precisam observar antes de concluir uma transferência.”

Além do funcionamento da ferramenta, a oficina também aborda a prevenção contra golpes financeiros, um dos temas mais importantes quando se fala em inclusão digital.

“Hoje o maior índice de fraudes acontece justamente envolvendo o Pix. Muitas pessoas recebem mensagens dizendo que alguém trocou de celular e está precisando de dinheiro com urgência. Por isso, mostramos a importância de conferir o nome do destinatário, verificar o valor da transferência e nunca agir por impulso.

Durante a atividade, as participantes também aprendem que o Pix é uma forma de pagamento instantânea. O professor explica que muitas delas ainda acreditam que a transferência leva horas ou até dias para ser concluída, como acontece com as transferências bancárias.

A oficina integra a sequência de conteúdos desenvolvidos pelo projeto, que já trabalhou temas como digitação, uso do celular, ferramentas de inteligência artificial, comunicação digital e segurança na internet. A proposta é ampliar, de forma gradual e acessível, o domínio das tecnologias digitais, fortalecendo a autonomia das participantes em diferentes situações do cotidiano.

Sobre o projeto

A proposta é desenvolver competências de leitura, escrita e habilidades digitais a partir de uma metodologia ativa e temática, que valoriza as histórias de vida dos participantes e incentiva autonomia, protagonismo e participação social.

O programa é destinado a pessoas com 50 anos ou mais, residentes em Aracaju e região, interessadas em iniciar ou aprofundar seus conhecimentos em leitura, escrita e no uso de tecnologias digitais, como celulares, aplicativos e navegação na internet. O público inclui desde pessoas não alfabetizadas até aquelas com baixa escolaridade que desejam se atualizar e se conectar de forma mais segura e confiante ao ambiente digital.

Ao longo das oficinas, os participantes aprendem a utilizar ferramentas e atalhos digitais que fazem parte do cotidiano de quem cresceu em meio às tecnologias, mas que ainda representam desafios para gerações mais sêniores.

Os encontros acontecem na sede do Instituto Mariano de Estudos e Inovação, o IMEI Academy, mantido pelo Instituto de Desenvolvimento Nossa Senhora de Fátima (IDNSF).

Veja as fotos da oficina: